Na Baliza chegando esta semana com mais um belo artigo mostrando a carreira dos nossos queridos goleiros que disputam os regionais pelos tradicionais times do Brasil! Continuamos em São Paulo, para ser mais exato, vamos a baixada santista conhecer um pouco da carreira do jovem Giovanni que disputa a Série A3 pela tradicionalíssima Portuguesa Santista a “briosa”. Confira esta matéria na íntegra!

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NB: Qual seu nome e aonde nasceu?

GM: Meu nome é Giovanni Catto Mocellin, nasci em 04 de novembro de 1992, na cidade paulistana de Tatuí.

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NB: Aonde você jogou?

GM: Fui revelado no Paulista de Jundiaí em 2005, ano em que a equipe jundiaiense foi campeã paulista. No ano seguinte, fui para o Rio Grande do Sul, defender as cores do Internacional. Em 2007, fui contratado pelo Palmeiras, aonde fiquei até 2015. Neste período, atuei no Pirassununguense, Ivinhema e no Caldas Novas por empréstimo. Em 2016, fui para o Mirassol, no mesmo ano joguei no Manthiqueira e este ano estou jogando na Portuguesa Santista.

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NB: O que te levou a escolher a posição de goleiro?

GM: Minha família sempre me incentivou nos esportes. Meu pai é professor de Educação Física e remador profissional, então já está no sangue. Futebol sempre esteve lado a lado com o tênis e a natação, esporte nos quais me identificava mais (inclusive cheguei a ser federado no tênis). Com 12 anos pintou uma oportunidade de fazer um teste no Paulista e desde lá estou nessa empreitada.

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NB: Você se inspira em algum outro profissional da posição?

GM: Com certeza, acho que me inspiro nos goleiros que vi quando era criança, listaria o Marcos e o Dida como os principais goleiros nacionais, e internacionalmente Buffon e Casillas.

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NB: Conte-nos algum fato curioso da sua carreira,

GM: Eu tinha 16 anos quando fui treinar a primeira vez no time principal do Palmeiras. Não dormi na noite que fiquei sabendo, ficava imaginando “Caracas, vou treinar com o Marcão” no dia que o vi, as pernas até tremeram, mas ele me cumprimentou sempre com muita gentileza, e até hoje sou amigo dele.

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NB: Qual a melhor lembrança que você tem da sua carreira;

GM: Foi sem dúvidas no campeonato brasileiro sub-15 que joguei pelo Internacional. Na semifinal contra o Fluminense, defendi dois pênaltis e fui abraçar meu pai na grade… foi sem dúvidas a minha melhor recordação no futebol.

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NB: Consegue listar os títulos já conquistados:

GM: Fui campeão do Paulistão sub-15 com o Paulista de Jundiaí. Em seguida, fui campeão do Brasileirão sub-15 com o Internacional. Com o Palmeiras foi aonde mais saí-me vitorioso, ganhei a Copa da Associação Paulista sub-17, fui campeão do Paulistão sub-20 em 2011 e no ano seguinte quase reconquistamos o título, saímos vice. Consegui acesso para a Série A2 do Paulistão em 2010 pelo Palmeiras B. Meu último título foi com o Caldas Novas, quando saí campeão da divisão de acesso do Campeonato Goiano em 2014.

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NB: Qual seria seu grande objetivo daqui pra frente como profissional;

GM: Acredito que meu maior objetivo é ser um profissional bem sucedido. Independente da grandeza do clube em que se está trabalhando, o trabalho digno é recompensado por Deus. Então o mais importante de tudo é ser um profissional honesto e ser espelho para os mais jovens.

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NB: Você conhecia o Goleiro de Aluguel? Se sim o que acha desse projeto?

GM: Já conhecia sim, tinha visto uma reportagem uma vez na televisão. Acho extremamente bacana, não só pelo fato financeiro, mas também valoriza muita a nossa posição e também acaba nos qualificando cada vez mais.

Uma bela história de quem sempre esteve ligado ao esporte e busca cada vez mais seu espaço, parabéns Giovanni pela sua enorme humildade e competência, pois tem um currículo invejável em clubes e títulos, ficamos aqui na torcida por você, e que você conquiste todos seus sonhos ainda pela frente.