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Falar Mais de um Idioma é Imprescindível

Olá a todos, após duas semanas de molho, estamos de volta com o “Muralhas Lendárias” e gostaria de ressaltar que estou com um novo quadro aqui no Goleiro de Aluguel, o JOGOS “INENARRÁVEIS”, que não será tão direto a goleiros e irá detalhar grandes partidas da história do futebol. Confira o primeiro artigo da minha nova coluna clicando aqui.

Você já viu aquele comercial da rede de escolas de inglês Wise Up, em que a atriz Fernanda Lima interpreta o subconsciente do ator João Vicente, em que João perdeu várias oportunidades na vida por não saber falar inglês? Então, o goleiro de hoje perdeu uma grande oportunidade de ter feito ainda mais história se soubesse falar espanhol quando foi jogar no Barcelona, porém vamos tratar disto um pouco mais pra frente, antes do artigo começar, apenas veja (ou reveja) o comercial da Wise Up citado para não ficar sem entender:

Sem mais delongas, vamos abordar a carreira da muralha lendária de hoje! Rüştü Reçber nasceu em 10 de maio de 1973, na cidade turca de Antalya, e, como vários goleiros já abordados aqui no “Muralhas Lendárias” (como Carlos Roa, Ricardo e Dudek), Rüştü Reçber não começou como goleiro e sim como jogador de linha, no caso, como atacante. Rüştü Reçber queria usar a camisa 9 e ser o terror dos goleiros, mas ele se tornaria o terror dos atacantes. Rüştü começou em um time da região dele, o Korkutelispor, como apenas doze anos; como já dito, começou como atacante, mas jogava no gol às vezes e levava jeito para fechar a baliza, acabou virando goleiro.

Na base do Korkutelispor, Rüştü ficou até 1988, e foi para a base do Burdurgücü, aonde se profissionalizaria em 1990, com dezessete anos. Como goleiro, Rüştü foi descoberto por Ilie Datcu e Fatih Terim foi quem alavancou a carreira dele. Terim, que era técnico da seleção turca sub-21, se impressionou com o talento de Rüştü e iria dar novos rumos a carreira dele. No Burdurgücü, Rüştü era apenas o terceiro goleiro e não jogou quase nada, mesmo assim, Terim recomendou Rüştü para as três grandes equipes da capital turca (Istambul), que são as três maiores equipes da Turquia: Galatasaray, Fenerbahçe e Beşiktaş. Todas as equipes recusaram o convite. Entretanto, Rüştü iria fechar com o Antalyaspor em 1991, time da segunda divisão turca aonde viria a alavancar a carreira.

Na primeira temporada no Antalyaspor, Rüştü ficou mais na reserva. Na temporada 1992/1993, Rüştü ganhou chances como titular e chegou até a atuar na seleção turca sub-21 como titular. A segunda divisão turca desta temporada consistia em 53 equipes divididas em cinco grupos (três grupos com onze equipes e outros dois com dez), os dois melhores de cada grupo iriam para um quadrangular final e os três melhores classificados neste quadrangular ganhariam acesso à elite turca. O Antalyaspor caiu no Grupo 03 (que tinha dez equipes) e terminou em primeiro lugar na chave, após doze vitórias, cinco empates e apenas uma derrota. Nestes dezoito jogos da primeira fase, as atuações de Rüştü foram determinantes para que o Antalyaspor tivesse a melhor defesa disparada do torneio, aonde o time sofreu apenas seis gols. Entretanto, no quadrangular final, o Antalyaspor não conseguiu o acesso, terminou apenas em sexto lugar; apesar de tudo, o Antalyaspor teve a defesa menos vazada da competição inteira, sofrendo apenas 24 gols em 36 jogos.

As excelentes atuações de Rüştü fizeram com que duas das maiores equipes turcas (Fenerbahçe e Beşiktaş) despertassem interesse em contar com os serviços do goleirão. A equipe que saiu na frente foi o Beşiktaş, que o contratou, só que Rüştü reprovou nos exames médicos do clube e foi dispensado, muito disto se deve a Rüştü ter se acidentado de carro dias antes do exame. Com isto, o Fenerbahçe não perdeu tempo e contratou Rüştü, que iria atuar em um dos maiores times turcos na temporada 1993/1994.

Na primeira temporada pelo Fenerbahçe, o time de Rüştü teve o melhor ataque, a melhor defesa e menos derrotas… só que mesmo assim não foi campeão… O Fenerbahçe ficou um ponto atrás do Galatasaray e ficou na vice-colocação, ao menos se classificou para a UEFA Cup (atual UEFA Europa League). Na temporada 1994/1995, Rüştü iria participar, pela primeira vez na carreira, de um torneio de clubes internacional! Pena que não foi uma campanha boa, afinal os canários amarelos eliminaram na primeira fase o Turan Tovuz, do Azerbaijão, ao vencer a ida em casa por 5×0 e fora de casa por 2×0, mas seriam eliminados logo na segunda fase para o Cannes, da França, após sofrer duas goleadas, perdendo a primeira fora de casa por 4×0 e em casa por 5×1. Ao menos nesta temporada, Rüştü iria estrear na seleção principal da Turquia.

A temporada 1995/1996 seria a primeira em que várias glórias estariam reservadas a Rüştü no Fenerbahçe, afinal o primeiro título dele viria nesta temporada, com a conquista da Süper Lig, a primeira divisão turca, o título veio após 26 vitórias, seis empates e duas derrotas, somando 84 pontos, dois a mais que o vice Trabzonspor. De quebra, o Fenerbahçe teve a defesa menos vazada da competição, que sofreu 19 gols em 34 jogos. A temporada só não foi melhor porque a “dobradinha” não veio, o Fenerbahçe quase conseguiu conquistar a Copa da Turquia também, chegaram na final contra o Galatasaray, mas não se saíram campeões: após perder a partida de ida por 1×0, o Fenerbahçe devolveu o placar na volta, mas na prorrogação deixaram o Galatasaray empatar e os rivais se sairiam campeões.

Ao fim daquela temporada, Rüştü iria participar do primeiro torneio internacional com a seleção turca, a Eurocopa de 1996, ele seria o titular, usando a camisa 22. A Turquia caiu no grupo D, junto com Portugal de Vítor Baía, a Dinamarca de Peter Schmeichel e a Croácia. A Turquia perdeu todos os jogos: perderam para a Croácia por 1×0 na estreia, depois para Portugal por 1×0 e por 3×0 para a Dinamarca.

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Rüştü atuando pela seleção turca na UEFA Euro de 1996 na partida de estreia no torneio, contra a Croácia. A Turquia perdeu o jogo por 1×0.

Na temporada 1996/1997, Rüştü iria participar da primeira UEFA Champions League da carreira! O Fenerbahçe caiu no grupo C do torneio e seria eliminado logo na fase de grupos, ao terminar em terceiro lugar, com duas vitórias, um empate e três derrotas. Na Süper Lig, o Fenerbahçe terminou apenas em terceiro, mas, mais uma vez, Rüştü colaborou para que os canários amarelos tivessem a defesa menos vazada da competição.

A jornada de 1997/1998 seria mais uma temporada sem títulos para Rüştü, mas que, de praxe, ele garantiu a defesa menos vazada da Süper Lig ao Fenerbahçe, que terminou em segundo lugar no Campeonato Turco, com 25 gols sofridos em 34 jogos (detalhe: a segunda equipe que menos sofreu gols, o Çanakkale Dardanelspor, sofreu 40 gols em 34 jogos). Os títulos só voltariam para Rüştü e para o Fenerbahçe na temporada 2000/2001, com a conquista da Süper Lig. Como na temporada 1995/1996, o Fenebrahçe foi vice-campeão da Copa da Turquia, agora chegando na final e perdendo para o Gençlerbirliği: após empatar em dois gols, o Fenerbahçe perdeu nos pênaltis por 4×1.

Antes do começo da temporada 2000/2001, Rüştü participou da segunda UEFA Euro da carreira dele, a do ano 2000. Como em 1996, Rüştü, mais uma vez, seria o goleiro titular da seleção turca, agora usando o número 1. A Turquia caiu no grupo B, junto com a Suécia, Itália e Bélgica. A Turquia se classificou para o mata-mata daquela Eurocopa após perder por 2×1 para a Itália na estreia, empatar sem gols com a Suécia e vencer a Bélgica por 2×0. Nas quartas-de-final, a Turquia fora eliminada para seleção portuguesa do goleirão Vítor Baía, após perderem por 2×0 com dois gols de Nuno Gomes, o eterno 21 do Benfica.

Rüştü no Fenerbahçe de 2001/2002

Rüştü no Fenerbahçe de 2001/2002

A temporada 2001/2002 foi mais um pouco do que sempre acontecia com Rüştü, o título não vinha mesmo ele fazendo grandes atuações e garantindo a melhor defesa da Süper Lig ao Fenerbahçe. Na Copa da Turquia, o Fenerbahçe foi uma decepção ao sair da competição logo nas oitavas-de-final, ao perder para o Denizlispor por 2×1. Na Champions League foi outra tragédia, perdendo todos os jogos do grupo F (que também tinha Barcelona, Bayer Leverkusen e Lyon).

Ao término daquela temporada, Rüştü ganharia fama no mundo graças a Copa do Mundo de 2002, pela técnica e por ele pintar o rosto nos jogos. Esta foi a única Copa do Mundo disputada por Rüştü na carreira, e que Copa! A Turquia caiu no grupo C, junto com o nosso Brasil, a China e a Costa Rica. Na estreia, a Turquia perdeu para o Brasil de forma polêmica, os turcos saíram ganhando, mas sofreram o empate logo no início da segunda etapa. Aos 43 do segundo tempo, pênalti para o Brasil, que não aconteceu simplesmente porque Luizão somente caiu dentro da área, mas a falta aconteceu (muito) fora da área, só que o juizão, longe do lance, deu pênalti (o zagueiro Özalan foi expulso no lance ainda) e o Brasil virou em cobrança de Rivaldo. Antes do jogo terminar, o meia Ünsal foi expulso ao devolver a bola para Rivaldo, mas o brasileiro simulou que o jogador havia chutado a bola nele, e o juiz e o bandeirinha expulsaram o meia turco injustamente. Erros da arbitragem a parte, o Brasil venceu por 2×1. Apesar desta derrota, a Turquia passou de fase após empatar em um gol com a Costa Rica e vencer por 3×0 a China; somou quatro pontos, igual a Costa Rica, mas passou de fase graças ao saldo de gols.

Nas oitavas-de-final, a Turquia eliminou o Japão após vencer por 1×0, com um gol de Davala logo no começo do jogo. Nas quartas-de-final, um duelo com a maior surpresa daquela Copa do Mundo, o Senegal. Após um jogo muito pegado e cheio de chances para os dois lados, a igualdade sem gols persistiu nos 90 minutos, mas a vitória turca saiu na prorrogação, logo no quarto minuto do primeiro tempo, com um gol de İlhan Mansız, o extinto gol-de-ouro! A Turquia, pela primeira vez na história, chegava a uma semifinal de Copa do Mundo e iria reencontrar com o Brasil. São Marcos e Rüştü brilharam no jogo, defenderam tudo, ou melhor, quase tudo, Rüştü não conseguiu pegar um indenfensável chute de bico de Ronaldo. O jogo terminou 1×0 para o Brasil (desta vez o Brasil ganhou sem erros de arbitragens a favor) e a Turquia disputou o terceiro lugar com a polêmica anfitriã da Coréia do Sul, que havia chego nas semifinais graças a muita ajuda da arbitragem. A Turquia conseguiu o terceiro lugar após vencer os coreanos por 3×2 na decisão, com direito ao ícone e artilheiro turco Hakan Şükür abrindo o placar aos onze segundos de jogo, o gol mais rápido da história das Copas do Mundo. Ao final daquele torneio, Rüştü foi eleito o segundo melhor goleiro da Copa do Mundo de 2002, atrás apenas de Oliver Kahn. Naquele mesmo ano, Rüştü foi eleito o terceiro melhor goleiro do mundo, atrás apenas de Oliver Kahn (1º colocado) e Iker Casillas (2º colocado).

Rüştü Reçber na Copa do Mundo de 2002

Rüştü Reçber na Copa do Mundo de 2002

Após a Copa do Mundo, Rüştü passou mais uma temporada no Fenerbahçe. Um ano depois, Rüştü participou da primeira (e única) Copa das Confederações da carreira: a Turquia caiu no grupo B, junto com o Brasil, Camarões e Estados Unidos e passou para as semifinais após vencer por 2×1 os Estados Unidos na estreia, perder pelo placar mínimo para Camarões (com um gol de Gemeri, de pênalti, nos acréscimos do jogo) e empatar em dois gols com o Brasil, somando quatro pontos e terminando em segundo lugar na chave, atrás de Camarões (o Brasil também somou quatro pontos, mas a Turquia passou por ter feito mais gols). Nas semifinais, contra a França de Fabien Barthez, a Turquia fora eliminada após perder por 3×2, se contentou com um terceiro lugar, ao vencer a Colômbia por 3×2 na decisão.

Na temporada 2003/2004, o Barcelona resolveu trocar dois dos três goleiros, o titular Roberto Bonano não havia convencido e foi vendido ao Real Murcia, e, sem uso, Robert Enke entrou em uma troca com o Fenerbahçe por Rüştü. Resultado, Rüştü foi para o Barcelona (neste mesmo ano, Ronaldinho chegou ao Barcelona), junto com Rüştü, Victor Valdés, prata da casa, foi mantido e Jorquera, goleiro da base, subiu ao time principal. Rüştü era o camisa 1 e estava cotado para ser um dos principais reforços e titular do time catalão… Não para o técnico holandês Frank Rijkaard, que deixou Rüştü na reserva de Valdés… Por deficiência técnica? Por desentendimentos? Por mau comportamento? Por problemas internos? Não… Rüştü foi deixado na reserva do Barcelona por não saber falar espanhol. No Barcelona, ele ficou uma temporada apenas, jogou sete jogos e voltou ao Fenerbahçe. Inicialmente, Rüştü retornou aos canários amarelos por empréstimo, depois foi contratado e efetivado.

Na primeira temporada de volta ao Fenerbahçe, mais do mesmo aconteceu com o Rüştü: se sagrou campeão da Süper Lig tendo a melhor defesa (24 gols sofridos em 34 jogos), mas o título na Copa da Turquia ficou mais uma vez no quase, pois o Fenerbahçe chegou na final, mas perdeu por 5×1 para os rivais do Galatasaray. Na temporada 2005/2006, Rüştü atuou como titular apenas a primeira metade daquela jornada e pouco atuou na jornada de 2006/2007, muito por causa de lesões. Com isto, Rüştü abriu espaço para Volkan Demirel mostrar serviço, e o jovem goleiro não fez feio. Recuperado de lesão, mas sem espaço no Fenerbahçe, Rüştü, na temporada 2007/2008, acabou se transferindo para outro clube da capital turca, o Beşiktaş, e por lá ficaria até o fim da carreira.

Renovado e em clube novo, ele seguiu atuando em grande nível, ainda que os títulos não viessem. Ao término da temporada 2007/2008, Rüştü iria participar da terceira Eurocopa da carreira dele, agora a de 2008, e, mesmo que ele tenha sido inscrito usando a camisa 1, Rüştü seria o segundo goleiro, atrás justamente de Demirel, goleiro que tomou o lugar dele no Fenerbahçe. Naquela Euro, a Turquia passou pela fase de grupos após perder por 2×0 na estreia para a seleção portuguesa de Ricardo e depois de terem realizado duas viradas heroicas, primeiro contra a Suíça, saindo perdendo, mas empataram e viraram o jogo nos acréscimos, depois houve mais uma grande virada, agora contra a República Tcheca.

Na partida contra os tchecos, a Turquia saiu perdendo por 2×0, diminuiu faltando menos de 15 minutos para o fim e empatou aos 43 do segundo tempo graças a uma falha de Petr Cech. Como a Suíça já estava eliminada e Portugal classificada, a decisão da segunda vaga do grupo estava entre Turquia e República Tcheca. Com o empate em dois gols, o retrospecto de ambos era igual: um empate, uma vitória e uma derrota, mesmo número de gols marcados (4) e de gols sofridos (5). Ou seja, segundo o regulamento, a vaga para o mata-mata poderia ser decidida nos pênaltis. Só que antes do jogo terminar, dois minutos depois do gol de empate, Nihat, autor do segundo gol turco, fez mais um e garantiu a vitória turca. Próximo do jogo terminar, o goleiro Demirel foi expulso após agredir o grandalhão Koller, como a Turquia já havia realizado as três substituições, o meia Tuncay Şanlı terminou a partida debaixo das traves turcas, mas o placar não se alterou.

Com esta expulsão, Demirel pegou dois jogos de suspensão e Rüştü foi o goleiro nas quartas-de-final contra a Croácia, e foi mais um lendário jogo! Após várias chances, o placar sem gols persistiu e o jogo foi para a prorrogação. Aos 14 minutos do segundo tempo da prorrogação, a Croácia abriu o placar Klasnić, parecia tudo perdido, mas, no último lance do jogo, Rüştü meteu um chutão pra frente e a bola sobrou para Semih empatar. Tudo empatado novamente. A vaga para as semifinais seria decidida nos pênaltis e Rüştü virou herói! A Turquia venceu por 3×1, com Rüştü pegando o pênalti decisivo, cobrado pelo canhoteiro Petrić.

Nas semifinais, a Turquia foi eliminada pela Alemanha em um emocionante jogo que terminou 3×2 para os alemães. O gol da vitória alemã veio dos pés de Philipp Lahm aos 45 do segundo tempo.

Rüştü defendendo a cobrança decisiva de Petrić

Rüştü defendendo a cobrança decisiva de Petrić

Na temporada 2008/2009, Rüştü conquistou a dobradinha turca com o Beşiktaş, que se sagrou campeão da Süper Lig e da Copa da Turquia (finalmente o título da Copa da Turquia veio). Nas temporadas seguintes, Rüştü atuou menos com a camisa do Beşiktaş, o último momento de glória dele foi na temporada 2010/2011, quando conquistou o último título da carreira, mais uma Copa da Turquia, ao vencer na final o İstanbul Büyükşehir Belediyespor após empatar em dois gols e vencer por 4×3 nos pênaltis (Rüştü não pegou nenhum dos pênaltis, apenas contou com a incompetência dos adversários chutando por duas vezes no travessão).

Ao fim da temporada 2011/2012, Rüştü aposentou as luvas do mundo do futebol, após 22 anos de carreira profissional. Neste período, Rüştü sempre se destacou por ter um excelente posicionamento, boas jogadas por bola aérea e ser muito bom no um-contra-um. Ao fim da carreira, Rüştü somou 120 aparições como goleiro da seleção turca principal, além de muitos títulos e história que você conferiu aqui hoje.

Rüştü atuando pelo Beşiktaş em 25 de novembro de 2009, em partida válida pela 5ª rodada do grupo B da UEFA Champions League 2009/2010 – resultado da partida: Manchester United 0x1 Beşiktaş

Rüştü atuando pelo Beşiktaş em 25 de novembro de 2009, em partida válida pela 5ª rodada do grupo B da UEFA Champions League 2009/2010 – resultado da partida: Manchester United 0x1 Beşiktaş

E esta foi a trigésima-sétima edição do “Muralhas Lendárias” aqui no blog do Goleiro de Aluguel! Espero que vocês tenham gostado da abordagem do goleiro turco Rüştü Reçber, que fez muitos brasileiros terem raiva dele na Copa do Mundo de 2002, pegando tudo e mais um pouco nos dois jogos contra a nossa seleção. Ao menos deu tudo certo para nós, que ganhamos o penta vencendo todos os jogos. Além da Copa de 2002, Rüştü tem muito mais histórias que vocês puderam desfrutar no artigo de hoje. Em breve, o quadro irá voltar abordando a carreira de mais um lendário goleiro. Até lá!

TURQUIA 1 x 0 SENEGAL: QUARTAS-DE-FINAL DA COPA DO MUNDO DE 2002

BRASIL 1 x 0 TURQUIA: SEMIFINAIS DA COPA DO MUNDO DE 2002

TURQUIA 1 (3) x (1) 1 CROÁCIA: QUARTAS-DE-FINAL DA EUROCOPA DE 2008

GRANDES DEFESAS DE RÜŞTÜ REÇBER